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A vitima ainda tentou fugir, mas não resistiu aos ferimento e veio falecer a 50 metros do atentado.

Gustavo Siqueira Pereira, vítima de acidente na noite de terça feira 913) na BR-463, foi transferido para o Hospital da Vida, em Dourados. O caso dele é considerado grave. Gustavo conduzia a Toyota Hilux branca, placa NRI-4007, de Caarapó, que bateu na lateral do caminhão Mercedes Benz, placa HSO-1616, de Dourados, conduzido por Nilson Lopes Chimenes.

Presidente e ministros vão avaliar as normas

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (15) que analisará junto com seus ministros o projeto de lei (PL) de abuso de autoridade, aprovado na Câmara ontem. O projeto depende apenas da sanção presidencial para virar lei. “[O projeto] vai chegar na minha mesa semana que vem. Os ministros vão, cada um, dar sua opinião, sua sugestão de sanção e alguns vetos. E vamos tomar a decisão de forma bastante tranquila e serena”, disse o presidente após evento no Clube Naval de Brasília.

Decreto traz uma série de objetivos para fomento dessa tecnologia

O governo federal publicou nesta quarta-feira (26) o Plano Nacional de Internet das Coisas. O Decreto contendo o plano (nº 9854 de 2019) traz uma série de objetivos para o fomento a esse tipo de tecnologia no país, aponta áreas prioritárias e cria um órgão consultivo formado por diversos ministérios para avaliar a sua implementação e recomendar ações.

O termo “Internet das Coisas” (IdC, ou IoT na sigla em inglês) vem sendo adotado nos últimos anos para designar um ecossistema em que não apenas pessoas estão conectadas por meios de seus computadores e smartphones, mas também dispositivos estão interligados entre si, com usuários e com sistemas complexos de coleta, processamento de dados e aplicações de diversos tipos.

Em um linguajar técnico, o Decreto que instituiu o plano nacional define o conceito como “a infraestrutura que integra a prestação de serviços de valor adicionado com capacidades de conexão física ou virtual de coisas com dispositivos baseados em tecnologias da informação e comunicação existentes e nas suas evoluções, com interoperabilidade”.

A norma destaca que a implantação da IdC no Brasil visa melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover ganho de eficiência em serviços. Para isso, o plano elenca como resultados a serem perseguidos a capacitação profissional relacionada a essas tecnologias, a promoção da competitividade e da produtividade em empresas atuando no desenvolvimento de produtos e serviços de IdC e o fomento de uma maior inserção internacional do Brasil em relação a este tema.

Caberá ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) decidir as áreas prioritárias que receberão mais atenção e incentivos. Mas o decreto já elenca algumas: saudade, cidades, indústrias e atividades rurais.

A seleção dessas áreas será realizada a partir de critérios de “oferta, demanda e capacidade de desenvolvimento local”. Os locais prioritários deverão ter acesso facilitado a mecanismos de fomento à pesquisa e inovação, apoio a projetos de empreendedores envolvendo essas tecnologias e linhas de crédito.

Órgãos

O Plano de IdC prevê a criação projetos de fomento à implantação dessas inovações, como a criação de centros de competência para tecnologias inovadoras em IdC e um observatório nacional com foco no monitoramento do progresso da transformação digital no país, incluindo as políticas públicas voltadas a esse processo.

O Decreto também cria um órgão consultivo denominado a “Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas”. O colegiado será formado pelo MCTIC e por outros ministérios, como o da Economia, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Saúde e do Desenvolvimento Regional.

Segundo o professor de direito e tecnologia e autor de livro sobre o tema Eduardo Magrani, o decreto foi superficial e teve foco mais na câmara de acompanhamento do Plano do que em debates importantes colocados em estudos e entre os atores relacionados a esse segmento. 

"O Decreto foi bem do ponto de vista dos princípios da regulação de IoT, mas não detalhou questões importantes como proteção de dados e concorrência e deixou de fora pontos importantes, como tributação, competências de regulamentação e necessidades específicas de setores econômicos que farão uso de aplicações de IoT. Neste sentido, o Decreto é mais um ponto de partida", avaliou o acadêmico.  

Tributação

Uma das principais reclamações das empresas na área de desenvolvimento de soluções em IdC é a redução da tributação sobre os dispositivos. As empresas do setor encaram que a taxação por cada máquina dificultaria o desenvolvimento desse mercado, uma vez que diversos equipamentos são de baixo custo e o tributo inviabilizaria sua adoção em larga escala.

Segundo o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, uma eventual isenção de impostos para esses dispositivos está sendo avaliada pelo Ministério da Economia e será decidida posteriormente. Há também projetos de lei no Congresso propondo um regime tributário diferenciado para essas máquinas.

“Hoje na telefonia você tributa o aparelho. Estou falando de milhões de dispositivos. Não posso tributar por cada dispositivo”, afirmou Alvim à Agência Brasil.

Uso cotidiano

O ecossistema da IoT envolve diferentes agentes e processos, como módulos inteligentes (processadores, memórias), objetos inteligentes (eletrodomésticos, carros, equipamentos de automação em fábricas), serviços de conectividade (prestação do acesso à Internet ou redes privadas que conectam esses dispositivos), habilitadores (sistemas de controle, coleta e processamento dos dados e comandos envolvendo os objetos), integradores (sistemas que combinam aplicações, processos e dispositivos) e provedores dos serviços de IoT.

Um exemplo é o uso de sensores em tratores que medem a situação do solo e enviam dados para sistemas responsáveis por processar essas informações e fazer sugestões das melhores áreas ou momentos para o plantio. Outro exemplo é a adoção de dispositivos em casa, como termômetros, reguladores de consumo de energia ou gestores de eletrodomésticos, que permitem ao morador da residência controlar esses dispositivos à distância.

 

  • Edição: Bruna Saniele

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil

 

 

Câmara será encabeçada por Ministérios da Agricultura e Comunicações

O governo federal lançou nesta quinta-feira (15) um grupo para discutir a adoção de tecnologias digitais da chamada “Internet das Coisas” no campo. A “Câmara Agro 4.0” será encabeçada pelos ministérios da Agricultura (MAPA) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), mas contará com terá a participação de outros órgãos, de pesquisadores e de associações e empresas do setor no país. O anúncio foi realizado em cerimônia na sede do MCTIC, em Brasília.

O termo “Internet das Coisas” (IdC, ou IoTna sigla em inglês) vem sendo adotado nos últimos anos para designar um ecossistema em que não apenas pessoas estão conectadas por meios de seus computadores e smartphones, mas também dispositivos estão interligados entre si, com usuários e com sistemas complexos de coleta, processamento de dados e aplicações de diversos tipos.

Na agricultura, um exemplo é o uso de sensores em tratores que medem a situação do solo e enviam dados para sistemas responsáveis por processar essas informações e fazer sugestões das melhores áreas ou momentos para o plantio. Outro é o emprego de sistemas para fazer previsão de variações de microclima nas áreas da terra, de forma a melhorar o preparo para as alterações de temperatura ou início e fim de chuvas.

Os ministros da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, falam à imprensa, após lançamento da Câmara AGRO 4.0
Os ministros da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, falam à imprensa após lançamento da Câmara Agro 4.0 - Ascom/MCTIC

A câmara é uma decorrência do “Plano Nacional de Internet das Coisas”, lançado em junho pelo Executivo. A agricultura foi elencada como uma das quatro áreas prioritárias, juntamente com cidades inteligentes, indústria e saúde. A intenção da iniciativa é detalhar as políticas públicas que serão desenvolvidas para o campo.

Segundo o secretário de inovação, desenvolvimento rural e irrigação do MAPA, Fernando Camargo, os integrantes vão avaliar ações em diversas frentes. A mais importante será a ampliação da conectividade nas áreas rurais, dada a extensão territorial e o contingente de pessoas ainda fora da Internet nesses locais. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2017, do Comitê Gestor da Internet, enquanto o índice de lares com acesso à web é de 65% nas regiões urbanas, nas rurais ele cai para 34%.

A Câmara também deverá se debruçar sobre programas para fomento à aquisição e difusão de tecnologias inovadoras. Dentre essas, um dos intuitos é estimular a criação e o crescimento das empresas de base tecnológica, também conhecidas como startups. O objetivo com a disseminação dessas soluções técnicas é ampliar a produtividade no campo. “Precisamos incentivar novas empresas, startups, para aumentar cadeia produtiva dentro da área do agronegócio”, defendeu o titular do MCTIC, Marcos Pontes.

O senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS) lembrou na cerimônia que o Brasil conta somente com 307 startups com atuação voltada à agropecuária. “Tem muito a fazer.Temos que usar os estudantes das escolas de graduação para que eles possam desenvolver programas novos e possam estar ligados a empresas de pesquisa. As empresas do setor têm interesse e temos que aproveitar isso”, ressaltou.

Entre os temas da Câmara estão também os projetos voltados à formação e capacitação de trabalhadores no campo. A introdução de novas tecnologias vai demandar a qualificação das pessoas que irão lidar com essas soluções, tanto na operação quanto na extração das informações e análises que tais sensores deverão produzir.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, pontuou como um dos desafios levar essas novas tecnologias também para os pequenos e médios produtores. Segundo ela, o agronegócio brasileiro já é avançado do ponto de vista tecnológico, mais ainda no que chamou de “grande agricultura”. “Não podemos esquecer que pequena agricultura também tem que ser apoiada para que não tenhamos um gap (lacuna, tradução livre) entre essas duas agriculturas. E ela precisa também de apoio na inovação, ciência, tecnologia”, declarou.

  • Edição: Bruna Saniele

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil

 

 

Organizadores querem superar o movimento do ano passado

 

Será lançada nesta sexta-feira (16), às 10 h, a 8ª edição do Black Friday Fronteira, com a presença de lideranças empresariais de Ponta Porã e do Paraguai. O evento será realizado no Senac Turismo e Gastronomia, em Campo Grande, e é uma promoção da Câmara de Indústria, Comércio, Turismo e Serviço de Pedro Juan Caballero - PY e Associação Comercial e Empresarial de Ponta Porã, com o apoio da Fecomércio- MS.

Na manhã de quarta feira (14), a Polícia Militar Rodoviária (PMR) e o Departamento de Operações de fronteira (DOF) em operação conjunta na rodovia estadual MS-164, entre Maracaju e Ponta Porã, intensificaram as ações de fiscalização abordando e vistoriando veículos e pessoas suspeitas.

A Prefeitura de Ponta Porã através da Secretaria Municipal de Assistência Social e SCFV Conviver para idosos, estará presente no Campeonato da Melhor Idade sediado pelo município de Nova Andradina, entre os dias 13 a 18 de agosto de 2019.

A prefeitura de Ponta Porã efetuou a apresentação e lançamento da campanha do Agasalho 2019 em ato realizado na sede do FAC (Fundo de Apoio à Comunidade), na Escola Municipal ´Manoel Martins´. Dando sequência ao trabalho, a primeira-dama do município, Vânia Peluffo vem efetuando a entrega dos agasalhos confeccionados dentro do programa “Mãos que Fazem”.

Órgão justificou que investidores estão demandando moeda à vista

Pela primeira vez desde a crise de 2009, o Banco Central (BC) venderá dólares à vista das reservas internacionais, atualmente em US$ 388 bilhões. A autoridade monetária leiloará US$ 550 milhões por dia entre 21 e 29 de agosto para conter a volatilidade cambial, totalizando US$ 3,845 bilhões no período.

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